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3M de 2017

Audiovisual | Cultura Digital | ENTREVISTAS | Slider | Thais Polimeni | TVCULT 29/12/17 - 09h Thais Polimeni

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Muita gente pode achar estranho, mas eu adoro um relatoriozinho. Esse negócio de analisar o que o público curtiu, o que as pessoas buscam na internet, se o que dizemos faz sentido para quem nos lê… Me sinto uma Xeroque Rolmes das internets.

E final de ano, claro que rola aquela curiosidade de saber qual foi o post mais lido ou o vídeo mais assistido. Hora de rever tudo o que publicamos e nos lembrarmos de cada detalhe do conteúdo que produzimos em 2017. Pra mim, sem dúvida, o que mais me emocionou foram as entrevistas feitas. Sabe quando a gente descobre que o nosso hobby pode virar trabalho? Meu dom de passar 12 horas conversando com as amigas de café em café se traduziu em conversas gravadas – em tempo muito menor, mas igualmente descontraído – com profissionais que admiro desde criancinha.

Selecionei 3 delas, que eram entrevistas que eu já queria fazer há um tempo e, graças à boa vontade das entrevistadas e ao trabalho dedicado de assessoras de imprensa e produtoras, o resultado foi lindo, olha só:

Mônica Martelli
A Mônica Martelli reestreou o espetáculo “Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou!” em São Paulo. Eu já tinha assistido à produção alguns anos antes, depois vi o filme homônimo 3 vezes e a série e, ainda nesse período, acompanhei a participação dela no Saia Justa. Recebi o release da reestreia da assessora do espetáculo, Adriana Balsanelli, e perguntei se seria possível gravarmos uma entrevista com a Mônica para nosso canal. Ela agilizou o pedido para a produtora da Monica, que aprovou nossa solicitação depois de ver a entrevista que fizemos com o Gregório Duvivier!

No dia da entrevista, que era o mesmo da estreia, a ansiedade bateu forte e cheguei umas duas horas antes. Logo depois chegou o Igor Preciso, que fez a gravação, e ficamos esperando em um café em frente. Deu o horário e fomos ao teatro. A Mônica e a equipe técnica estavam repassando as marcas e todos aqueles detalhes de quem vai estrear em um palco novo. Mesmo com toda aquela correria, a Mônica foi conversar com a gente minutos antes de entrar no palco, com o maior dos sorrisos e uma simpatia admirável. Começar a primeira “TVCult Entrevista” de 2017 assim era sinal de boas entrevistas durante o ano todo – e foi, mesmo! Obrigada, Mônica <3

Martha Medeiros
O primeiro livro que comprei da Martha Medeiros foi “Doidas e Santas” e não foi pra mim: foi pra dar de presente. Achei que o título tinha a ver com a presenteada e arrisquei. Foi o melhor dos investimentos no mundo das crônicas, que rendeu outros presentes e mais uns 8 livros da autora – dessa vez, pra mim.

Em 2013, tive meu visto negado para os Estados Unidos e, pra afogar as mágoas, comprei vários livros que pudessem me fazer enxergar a vida por outros ângulos. Investi nas crônicas. Gostei tanto do que li – muitas da Martha – que “senti o chamado” (aquelas) de começar a escrever. Agora não largo mais!

Esse ano, recebi a newsletter da The School of Life, que divulgava uma palestra da Martha Medeiros em São Paulo. Eu já tinha conversado com a ela por e-mail, pra tirar algumas dúvidas do ofício de cronista, então entrei em contato novamente pra perguntar se eu poderia entrevistá-la quando ela viesse para a palestra. Como sempre, ela foi agilizadíssima e mega prestativa, e, com a autorização da The School of Life de São Paulo, conseguimos uns minutinhos antes do evento para essa conversa pra lá de enriquecedora:

Maria Ribeiro
Eu sempre digo que a minha função no meu grupo de amigas é defender a Maria Ribeiro – não, ela não está no meu grupo de amigas. Ainda <3

Comecei a conhecer o trabalho da Maria no Saia Justa. Nesse mesmo período, li algumas crônicas (sempre as crônicas na minha vida) que ela publicava na revista TPM. Enquanto ela ainda estava no Saia Justa, convidei a Astrid Fontenelle pra escrever o prefácio do meu livro (ainda não saiu, mas 2018 tá aí pra mudar isso!). Ela disse que não conseguiria escrever por causa de outros trabalhos, e gentilmente indicou a Maria. Eu, que já adorava o que a Maria escrevia, logo entrei em contato com ela e nos falamos rapidamente em um evento. Depois de alguns dias, trocamos alguns e-mails e ela disse que não conseguiria escrever em tempo de publicar (eu tinha um planejamento que não foi seguido, obviamente), mas foi tão fofa na mensagem, que eu quase não consegui responder, tamanha a emoção:

(…)li algumas crônicas e achei muito boas mesmo, com certeza seu livro vai chegar nas pessoas! Vai me dando notícia que tento indicar no Saia!

Diz aí se ela não é fofa, gente! É, sim!

Agora em 2017, recebi o release da Agência Febre sobre o filme “Como Nossos Pais”, que a Maria foi protagonista. É claro que logo perguntei para a Carminha Botelho, assessora de imprensa do filme, se teria junkets e, se tivesse, eu teria interesse de participar. Quando saiu a confirmação das entrevistas, a Carminha se lembrou de mim e me incluiu na agenda. Foi uma entrevista tão rápida, mas tão profunda (tanto pra mim quanto pra elas, acredito eu – modéstia à parte), que olha… Vai ficar pra história!


Valeu, 2017! Que ano transformador!

Vem com tudo, 2018!!

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