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Onde Vivem os Monstros

Audiovisual 26/01/10 - 07h Cult Cultura

É curiosa essa onda de filmes aparentemente inocentes, mas que, ao analisarmos mais profundamente, percebemos o quão complexos eles são.
“Onde Vivem os Monstros”, assim como “Avatar”, conta a história de dois mundos. No mundo “real”, Max, o personagem principal, sente-se ignorado pela mãe e pela irmã. Depois de uma briga com a mãe, foge de casa e parte para um mundo só seu, onde vivem os monstros. Nesse mundo, ele é coroado Rei, com a incumbência de eliminar a tristeza e fazer com que a alegria permaneça eternamente.
Max, ao lado de seus novos amigos, cada um com uma característica marcante (o companheiro, o carinhoso, o reclamão, o emo, o calado, o ciumento), começa a criar um novo mundo para eles, um mundo onde os sentimentos são puros, onde os amigos dormem juntos, onde a união é essencial, a confiança é perene e o “Eu te amo” é verdadeiro.
Mas nem tudo são flores e, no decorrer de seu reinado, algumas coisas ruins acontecem. Apesar de tudo terminar bem, a insegurança, o ciúme e a inveja acabam destruindo as boas intenções de Max.
É um pouco triste, mas tudo isso nos faz refletir bastante, principalmente sobre nossos sonhos e nossas decepções. Uma ou outra atitude não deve fazer com que uma pessoa se decepcione com outra. Todos nós guardamos anjos e monstros dentro de nós. E coisas pequenas e isoladas não modificam nossa essência.
O importante é queremos fazer o bem, acreditarmos nos nossos sonhos e mobilizarmos o mundo para ir em busca dele. Se não conseguirmos, criemos o nosso próprio mundo!
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Carol: Será um lugar onde tudo o que vc quiser que aconteça, irá acontecer.
Max: Nós com certeza, podemos construir um lugar assim.
Carol: É todo seu. Você é dono desse mundo.
Clique aqui e veja onde “Onde Vivem os Monstros” está em cartaz em São Paulo
Por Thais Polimeni
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