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Rafinha Bastos – De Frente com Gabi

Audiovisual 10/04/12 - 03h Cult Cultura

Finalmente consegui assistir à entrevista que o Rafinha Bastos deu à Marília Gabriela. Eu sei que vou ser repetitiva, mas não tem como não dizer, mais uma vez, que a Marília Gabriela é admirável! Todas as vezes que eu assisto a alguma entrevista que ela faz, eu mudo meu conceito sobre o entrevistado. Isso aconteceu, por exemplo, quando vi Restart e Bruna Surfistinha ‘de frente com Gabi’.

Dessa vez, não cheguei a mudar meu conceito sobre o Rafinha (porque sempre o achei muito inteligente), mas me surpreendi com o sentimento que a Gabi conseguiu despertar nele durante a entrevista. Foi emocionante!

Praticamente o primeiro bloco inteiro foi dedicado ao polêmico tema do processo entre o Rafinha e a Wanessa. Rafinha expôs seu ponto de vista, exemplificando com casos muito pouco – talvez nunca – abordados pela mídia.

Na metade do programa, Gabi falou sobre família. E aí veio a surpresa: o Rafinha chorou. Foi um choro sincero, um choro que concentrou os medos e decepções que talvez tenham sido mascarados pelo humor. Essa situação me fez lembrar uma frase que vi na internet (procurei o autor e não encontrei. Se souberem, deixem um comentário!): “Uma pessoa não chora porque ela é fraca, ela chora porque foi forte por muito tempo“. Fiquei surpresa com a reação dele porque poucos têm coragem de expor seus sentimentos por receio de comentários sem sentido (no mundo corporativo isso acontece muito!). E em rede nacional, Rafinha chorou sem medo de ser feliz :)

Entre muitos assuntos, Rafinha também falou sobre a cidade que escolheu morar: São Paulo. Ultimamente, eu só ouço falarem mal daqui. Comentários compreensíveis, mas que dão uma dorzinha lá no fundo do peito de uma paulistana que ama sua cidade. E o que o Rafinha (gaúcho) falou, me fez esboçar um sorriso e me orgulhar de Sampa: “São Paulo é uma cidade pela qual eu me apaixonei direto, porque ela gera muito conteúdo, muita criatividade. Eu gosto disso: do trabalho, da correria…”.

Vale a pena ver a entrevista, refletir e rever seus conceitos. #FikDik

Por Thais Polimeni

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