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Cotidiano Das Cidades Inspira Primeiro Álbum Da Banda Olívia

*Destaque-Home | Música | Thais Polimeni 29/09/17 - 08h Cult Cultura

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Lançado em agosto desse ano, o primeiro disco da banda “Olivia”, chamado “Jardineiros de Concreto”, pretende fazer um retrato da vida urbana, dando um enfoque divertido e, por vezes, irônico, do cotidiano de indivíduos distintos. A inspiração veio a partir da observação de pessoas que, vindas de diversos lugares, se encontram pelas ruas da cidade paulistana.

Os músicos Mateus Albino (guitarra e vocal), Luis Vidal (vocal e guitarra), Johnny Carvalho (baixo), Murilo Fedele (bateria) e Pedro Lauletta (teclado e percussão), mesclam histórias de pessoas reais com arranjos originais criados a partir de influências do rock nacional dos anos 80, como Paralamas do Sucesso, Titãs, entre outros.

Uma das músicas, “Festa de Merda”, segue a linha do clássico “Festa estranha com gente esquisita“. Pra entrar no clima da música, a galera da Olívia fez uma lista exclusiva pra Cult Cultura, com 8 itens pra você identificar se você está em uma festa de merda ou se você só está em um dia ruim. Se gabaritar, é só sair de fininho e ir correndo pra casa fazer uma maratona de séries na Netflix (ou ver esses 3 documentários de música imperdíveis por lá):

Os “malas”
Quem nunca ouviu a expressão “que mala sem alça”? Pois é, aquela pessoa que se acha a última bolacha do pacote, que anda desfilando e com o ar de superioridade. Infelizmente, os malas não são exclusividades em festas, eles (ou elas) estão por toda parte.
1

Som Alto
“Oi?”, “O quê?”, “Pode repetir?”, esse é o resumo da conversa em uma festa ou balada quando o som está muito alto. Se a música é boa, pode aumentar o volume, mas não precisa exagerar nos decibéis.
2

Os encrenqueiros
“Todo malandro anda em bando, procurando a primeira encrenca”. Como a própria letra da música diz, este perfil não é raridade em festas. Nós só gostaríamos de saber qual é a graça de tocar o terror e atrapalhar a diversão dos outros. Deixa disso, pegue a sua cerveja e aproveite, meu bem.

Já acabou, Jessica?
Já acabou, Jessica?

Cerveja estupidamente gelada
Ok, vivemos num país tropical e quando estamos no verão, o calor é fortíssimo. Mas nem por isso, precisamos deixar a temperatura da cerveja à beira de congelar. É, claro, que cada tipo tem sua peculiaridade, mas não precisa chegar nos 5 graus negativos. A cerveja muito gelada perde o sabor e nem precisa ser um mestre cervejeiro para saber disso.
4

Os solitários
Todo e qualquer evento, o(a) solitário(a) se retrai e fica de canto só observando a galera se divertindo. É daqueles que se forçou a sair de casa para tentar manter uma vida social, mas chegando lá fica com vergonha de tudo e de todos e não vê a hora e arrumar uma desculpa para voltar para casa.
5

Os penetras
Mais difícil do que ganhar na Mega Sena, é fazer uma festa e não aparecer nem um penetra. Neste quesito, além de citar isso na letra, os músicos viveram na pele o que é começar uma festa com poucas pessoas e terminar com outras – várias – que surgiram do além.
6

Os pegadores
Festas e eventos são bons lugares para conhecer novas pessoas, fazer amizades e, quem sabe, arrumar um crush. Se rolou um clima, teve reciprocidade, tudo bem! Mas os pegadores exageram, xavecam a festa inteira e se acham os dono do pedaço. Vamos manter o respeito, pessoal!
7

Os íntimos não tão íntimos assim
“Cercado por velhos amigos que não te conhecem”. É bem assim que nos sentimos com aquelas pessoas conhecidas, que se acham íntimas. Elas nos chamam por apelido, chegam e abraçam, sabem nosso endereço e número de WhatsAPP, mas não sabem o que realmente gostamos de fazer, nossa visão política, nossa música preferida…Os amigos de longa data são legais, mas não necessariamente nos conhecem na intimidade.
8

Veja abaixo o clipe “Festa de Merda”:

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