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ESPECIAL: O Que se Passa com o Museu do Ipiranga? | Post 1

Leonardo Cássio | Patrimônio 16/12/15 - 01h Leonardo Cassio

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No dia 30 de setembro nós publicamos uma matéria da série especial Roteiros de São Paulo, iniciativa da prefeitura da capital, que apresenta os pontos histórico-turísticos ligados à Independência do Brasil na cidade.

Como neste roteiro o principal ponto é o Museu Paulista, conhecido popularmente como Museu do Ipiranga, ficamos intrigados sobre o motivo pelo qual ele está fechado desde 2013 e tem previsão de reabertura apenas em 2022. Nove anos de reforma é bastante tempo para uma instituição tão representativa e fomos dar uma volta por lá para ver como estão as coisas.

Em uma Série de 3 posts, abordaremos os seguintes itens:

1) O Museu
Explicaremos sobre a criação, quantidade de obras e categorização

2) O Que se Passa?
Serão apresentadas hipóteses que explicam a demora na reforma do Museu

3) O Que Esperar?
Devemos criar expectativas para o término da reforma e abertura do Museu?

Começando agora com o primeiro item, apresentamos a vocês o Museu Paulista:

O Museu
museudoipirangaInaugurado em 7 se setembro de 1895, 73 anos após a independência, foi categorizado como Museu de História Natural, com coleção particular do Coronel Joaquim Sertório. No centenário da Independência (1922) o Museu Paulista teve um importante incremento de acervo, com elementos da história da capital e do interior paulista, e a história do Brasil foi agraciada com pinturas, esculturas e objetos expostos no Salão Nobre, Escadaria e Saguão.

Devido ao tamanho físico colossal e à importância histórico-cultural, o museu sofreu alterações em seu acervo ao longo dos anos, recebendo e expandindo sua coleção, além de ter doado alguns itens cuja tipologia se adequava mais a outras instituições.

Atualmente, o Museu do Ipiranga, segundo o próprio, trabalha três vertentes de pesquisas:

1) Cotidiano e Sociedade;
2) Universo do Trabalho;
3) História do Imaginário.

As 125 mil unidades do acervo (você leu certo, fera: 125 mil!) refletem os 3 eixos curatoriais e são divididas entre objetos cotidianos e de uso pessoal, como vestimentas da Família Real, documentos textuais, utensílios de época pinturas e demais objetos iconográficos, carruagens, armas, entre muitos outros.

A entidade responsável pelo museu é a Universidade de São Paulo (USP), sendo, portanto, um espaço de pesquisa e ensino, além da função museal, com atribuições voltadas a História da Cultura Material, com recorte temporal do século 17 ao fim da primeira metade do século XX.

Veja abaixo o vídeo do projeto “Conhecendo Museus”, sobre o Museu Paulista

Os chófens também vão curtir esse vídeo do Museu, gravado pela blogueira Bruna Vieira (de quem a nossa editora Thais Polimeni quer ser amiga!)


Foto: Leonardo Criatz

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Leonardo Cassio

Leonardo Cassio

Sócio-diretor da Carbono 60 - Economia Criativa, Leonardo Cassio é publicitário, jornalista e amante da sétima arte. Lê de mangá a física quântica e tem uma tatuagem do Pearl Jam.

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